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  • Jay 22:02 em 04/08/2018 Link Permanente | Resposta  

    Prós e contras de trabalhar em casa 

    Olá, leitores! Tudo bem? Espero que sim!

    Eu vou indo bem. A semana não começou muito boa, mas agora está bem melhor, então não vou reclamar.

    Quem me conhece – ou não me conhece bem mas me acompanha online – sabe que eu trabalho em casa, e constantemente me pergunta como é, como não é, como eu consegui um emprego para trabalhar em casa, etc. Então, decidi falar um pouco sobre tudo isso aqui.

    Vamos começar então. Primeiro, como eu comecei a trabalhar em casa. Basicamente, eu comecei a trabalhar no escritório da empresa que me contratou, como qualquer outra pessoa. Fiquei lá de Março de 2011 até Outubro de 2012, quando tirei férias e me mudei para a Bahia. Minha ideia inicial era pedir as contas do emprego, morar aqui por um tempo e encontrar alguma coisa aqui. 

    Os planos mudaram quando me sentei pra conversar com o meu patrão, que me ofereceu a oportunidade de continuar empregada e trabalhar de casa, desde que eu conseguisse preparar tudo aqui.

    Não foi muito fácil montar a estrutura necessária pra trabalhar de casa aqui. Quando eu me mudei pra cá (pra um apartamento alugado onde não moro mais), nenhuma empresa instalava banda larga no meu prédio. Havia apenas uma caixa e já estava lotada. Então, nos primeiros meses após a mudança, precisei usar um 3G pra ir levando a vida. Depois de algum tempo, finalmente, a GVT aceitou instalar um ponto em casa, e as coisas ficaram bem melhores. O resto da estrutura não foi complicado. Trabalhei na sala por algum tempo, até comprar uma mesa de trabalho para o meu quarto e transformar um canto dele em escritório. 

    Essa foi a parte física da coisa, e definitivamente não é a mais complicada. Montar tudo leva tempo, mas eventualmente acaba. Daí começa a parte mais prolongada, que é efetivamente trabalhar em casa. E é sobre os prós e contras que quero falar hoje.

    Antes de fazer minha lista, quero explicar que essa é apenas a minha experiência. A sua própria experiência, caso a tenha, pode ser completamente diferente.

    Prós

    • Não precisar pegar ônibus ou outros meios de transporte para ir trabalhar. Meu deslocamento dura cerca de um minuto entre o meu quarto e a mesa de trabalho;
    • Menos distrações – você está sozinho(a) em casa ou no seu espaço reservado para trabalhar, e não tem ninguém pra passar pela sua mesa toda hora;
    • Poder acordar um pouco mais tarde, porque você não precisa sair de casa;
    • Não se preocupar com o que vai vestir, porque qualquer roupa serve;
    • Não ficar sem trabalhar se faltar luz no escritório ou tiver uma greve dos motoristas de ônibus.

    Contras

    • Falta de divisão entre o espaço de morar e trabalhar;
    • Se você não mora sozinho(a), as pessoas que moram com você podem demorar a entender que naquele horário você está no trabalho, e não em casa;
    • Pessoas que não moram com você também acham que você não está trabalhando porque, afinal, você está em casa;
    • Você tende a ficar meio preguiçoso, porque você não precisa sair de casa pra ir e vir;
    • Pra algumas pessoas, pode causar um senso de isolamento. No meu caso, isso não é tão ruim porque saio uma vez ou outra, e sou um bichinho do mato. Para pessoas mais extrovertidas, pode ser bem complicado e gerar uma sensação de estar isolado ao ponto de deixar a pessoa desanimada.

    Bom, gente, é isso. Essa é a minha opinião, e para mim – que sou introvertida e moro sozinha – o trabalho em casa é maravilhoso, e melhora bastante a minha qualidade de vida. Para alguém que necessita da estrutura de trabalhar em um escritório e sente a necessidade de se cercar de colegas, eu não recomendo. Mas, para alguém que gosta de silêncio e solidão – e dispõe de um espaço adequado em casa -, eu definitivamente recomendo fazer a tentativa se for possível.

    Agora é sua vez de falar. Se você trabalha em casa, fala um pouco da sua experiência. Ou, se pensa em trabalhar, acha que seria algo legal pra você? Me conta nos comentários!

    Beijinhos, e até o próximo post!

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  • Jay 19:14 em 31/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Projeto Adúltera – como vai funcionar? 

    Olá, leitores! Tudo bem? Espero que sim!

    Eu vou indo bem, levando a vida, trabalhando e cuidando da saúde. E, quando dá tempo, dos projetos.

    Alguns desses projetos não são muito interessantes no momento, porque provavelmente nunca virão parar aqui no blog, mas um virá. É um projeto que eu venho planejando com muito carinho já há algum tempo, mas, sem ter uma responsabilidade de continuar, fui procrastinando e deixando de lado.

    Agora que resolvi pegar de novo no projeto, decidi que vou:

    1- Acompanhar aqui no blog todo o processo de escrita – tudo mesmo, se for pro projeto, eu vou contar aqui;

    2- Eventualmente postar o resultado de todos esses passos aqui no blog (por mais que eu vá morrer de vergonha de mostrar pra vocês escritos não-editados).

    Eu sei, é uma tarefa bem assustadora (pra mim sem dúvidas, pra vocês eu já não sei – mas, pensando que vocês vão ter que ler rascunhos de um projeto… é, acho que é bem assustador pra vocês também). Mas é algo que eu sinto que quero fazer, e que tem que ser feito.

    Como o projeto vai funcionar?

    Basicamente, em duas partes. A primeira parte vai acompanhar todo o processo criativo – da sinopse até o ponto final. Mas os resultados dessa insanidade, digo, atividade, ainda não vão passar diante dos seus olhos. 

    Uma nota importante: durante a primeira parte do processo, vou falar muito sobre processo criativo. Nada do que eu disser deve ser visto como conselhos ou dicas. São apenas informações sobre como eu trabalho.

    A segunda parte será aquela em que vocês correm para as montanhas: cada post trará um pedacinho da monstruosidade que é o manuscrito não editado de uma história. Cada pedacinho mesmo. Cada anotação que eu fizer voltada pra esse processo irá parar aqui no blog, que Deus tenha piedade de nossas almas.

    Agora, imagino, a parte que vocês realmente querem saber – com que frequência vão sair esses posts assustadores? Bem, definitivamente não sairão seguidos. Vou deixar sempre alguns posts entre eles, tanto para vocês respirarem quanto pra eu ter tempo de escrever. Então, pretendo publicar de repente uns cinco posts sobre outros assuntos, e um sobre o projeto. Ao menos este é o plano por enquanto. Naturalmente, os planos podem mudar à medida que sigo em frente.

    Bem, queridinhos, por hoje é isso. Adoraria saber dos colegas escritores se vocês têm algum projeto em andamento por agora. E, se tiverem blogs – sobre seus projetos ou outros temas – deixem um link pra mim quando comentarem! Vou adorar visitá-los!

    Beijinhos, e até o próximo post!

     
    • Marina Costa 15:54 em 13/08/2018 Link Permanente | Resposta

      And I might learn Portuguese with you, if Isaura and Sinha Moça haven’t taught me enough 😛 I can’t say I understood every word, but I understood every phrase. And I needed to look only one word in the dictionary.

      Good luck in your writing endeavours! You know I am cheering for you!

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      • Jay 15:56 em 13/08/2018 Link Permanente | Resposta

        I’ll be more than happy to help! Just ask me here, or anywhere else you can catch me, and I’ll happily go deep into my mother language! 😉

        And thank you! I’m really nervous about letting people read an unedited material, but I feel my readers will be kind enough to understand it’s just a first draft! 🙂

        Curtido por 1 pessoa

        • Marina Costa 15:58 em 13/08/2018 Link Permanente

          I think I generally understand enough to read and get an idea. 🙂 And I publish sometimes on the blog quotes of my work in progress too (especially during NaNo or before a book’s launching). People understand.

          Curtido por 1 pessoa

        • Jay 16:00 em 13/08/2018 Link Permanente

          I’m relieved, on both counts. You definitely understand Portuguese much better than I can read Romanian. 😀

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        • Marina Costa 16:02 em 13/08/2018 Link Permanente

          It’s Spanish, Romanian and French I know, so I can understand 60% of written Portuguese, Italian and Catalan 🙂

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        • Jay 16:05 em 13/08/2018 Link Permanente

          Ah, nice! I only know Portuguese and English well enough, and can hold a moderate conversation in Spanish, but that’s all! 🙂

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  • Jay 19:14 em 25/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Precisamos aprender a ser “monotarefa” 

    Olá, leitores! Tudo bem? Espero que sim!

    Comigo vai tudo caminhando, como sempre. E vim aqui hoje pra falar mais um pouco com vocês de coisas aleatórias. E, claro, quero ouvir a opinião de quem me ler aqui no final.

    Como muita gente hoje em dia, eu trabalho em tempo integral. Como talvez menos gente, eu gosto de trabalhar. Amo ficar ocupada, amo fazer coisas, colocar coisas em ordem, atender clientes (meu trabalho envolve largamente o atendimento aos clientes da empresa que me emprega), escrever materiais, manuais, malas diretas, etc. Basicamente, apesar de às vezes me estressar, realmente gosto de fazer tudo o que o meu trabalho envolve.

    Mas, como falei um pouco ali em cima, eu me estresso. Assim como você também, leitor, provavelmente se estressa no dia-a-dia, às vezes com coisas que pode controlar, e às vezes com coisas que estão fora do seu (e do meu) controle, como o engarrafamento nosso de cada dia e o ônibus lotado ao ir e vir do trabalho.

    Muitas das coisas que nos estressam a gente não pode controlar. Não podemos evitar que chova na hora errada, que tenha um acidente ou blitz bem na hora que precisamos andar rápido pra chegar ao trabalho, ou que o motorista do ônibus meta o pé na tábua e saia do ponto bem na hora que a gente chega.

    Mas podemos controlar outras coisas. Uma delas é a nossa tendência a querer fazer tudo ao mesmo tempo. Se você está no trabalho, leitor, dê uma olhada ao seu redor. Quantas coisas você está fazendo agora? Uma só? Duas? Três? Nem sabe quantas? 

    O mundo hoje em dia nos ensina que só somos completos se pudermos desempenhar várias tarefas ao mesmo tempo. Estamos escrevendo um e-mail pro chefe, falando no telefone com o cliente e ajudando a tirar uma dúvida do colega. E não fazemos nenhuma dessas coisas direito, porque estamos dividindo a atenção com duas outras.

    Mas, se fizermos uma coisa de cada vez, sentimos que estamos sendo improdutivos. Temos medo de ser vistos como lentos, preguiçosos, desocupados. Mas será que é isso mesmo? Será que, por fazer uma coisa de cada vez, nos tornamos menos eficientes? Eu defendo que não. Ao fazer uma coisa de cada vez, podemos, sim, ter a impressão de estar indo mais devagar. Mas isso é por conta do nosso costume de querer fazer tudo ao mesmo tempo. Quando paramos e fazemos uma coisa por vez, fazemos melhor, e, às vezes, mais rápido do que se nos interrompermos a toda hora pra ver alguma outra coisa.

    Não acredita? Faça um teste quando puder. 

    Eu fiz, e realmente trabalhei mais rápido e melhor ao me concentrar em uma coisa de cada vez. Não que eu não seja culpada de fazer várias ao mesmo tempo – acho que todos somos de vez em quando. Mas essa é a exceção, não a regra. E, claro, sei que nem sempre é possível.

    Mas ainda recomendo a tentativa. Talvez, ao invés de fazemos várias coisas mais ou menos ao mesmo tempo, devamos fazer bem uma coisa de cada vez. É o que estou tentando fazer.

    Agora queria ouvir sua opinião, e suas experiências. Você prefere fazer várias coisas de uma vez, ou uma só por vez? Conta pra mim nos comentários!

     
  • Jay 19:47 em 21/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    A saga pra cuidar da saúde continua 

    Olá, pessoas! Tudo bem? Espero que sim.

    Passadinha rápida hoje aqui porque o dia foi bem preguiçoso, mas pelo menos a saga pra tomar conta da minha saúde avançou mais um passinho.

    Fui hoje à clínica onde estive mês passado, visto que a médica havia me indicado um cirurgião de lá mesmo. Como eles têm a mesma especialidade, precisei aguardar um mês para o plano liberar uma nova consulta (ê, beleza), mas, olhando pelo lado bom, pelo fato de ser na mesma clínica, a minha médica já encaminhou todas as minhas informações para ele e não precisei explicar tudo de novo. Menos mau.

    Cheguei lá às 09:00, porque meu pai tinha um compromisso e precisou me deixar lá mais cedo (a consulta era às dez porque a anta aqui achou que conseguiria dormir mais um pouco assim), entreguei meus documentos e esperei. Bastante. Num frio congelante, porque, aparentemente, não importa onde eu sente que o ar condicionado me encontra. Mas tudo bem. Depois de pouco mais de uma hora de espera, entramos, a mãe e eu.

    O médico já estava sentado lá, e a consulta foi bem rápida. Já tinha lido em alguns reviews dele que as consultas dele são rápidas mesmo. E, sinceramente, adorei. Tudo o que eu espero é um médico que não fique enrolando e fazendo as mesmas perguntas que todos os outros já me fizeram. (Tem certeza? Tem mesmo? Mas e se o seu marido quiser um bebê? Respostas: Sim, É claro, Ele pode gestar e parir um sozinho se quiser) Então, as perguntas foram bem mais simples: você está aqui pra falar sobre a histerectomia, certo? Sim. A Doutora Tatiana falou com você sobre a cirurgia, certo? Sim. Você tem certeza de que quer fazer, certo? Sim. OK, faça estes exames e volta, uma vez estando tudo certo a gente solicita a autorização do plano para a cirurgia. Louvado seja o Senhor!

    Agora, a próxima etapa é encontrar um local pra fazer o RX de tórax pelo plano e fazer os demais exames. E falar com meu chefe na segunda-feira pra que ele não seja pego de surpresa. Vamos em frente.

    Beijinhos, e vejo vocês no próximo post!

     
  • Jay 19:53 em 19/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Nova série: Lendo com Jay 

    Olá, pessoa que está por aqui! Tudo bem? Espero que sim!

    O post de hoje vai ser bem rapidinho (famous last words), só pra falar de novidades que estão por vir aqui no blog.

    Quando criei o blog, uma das ideias que tinha era criar algumas séries. É uma forma de me organizar, e também de nunca ficar sem assunto, afinal pretendo manter o blog aqui por anos, se possível for.

    Uma dessas séries que eu realmente quero muito fazer vai unir duas das minhas paixões: a leitura e escrever aqui no blog.

    Assim surgiu a ideia da série Lendo com Jay. É, eu sei que não é o nome mais criativo do mundo, shiu. Deixa quieto. 

    Como vai funcionar a série? Nada muito complicado. Vou escolher um livro, e ler aos poucos, um ou dois capítulos por vez, fazendo pequenas anotações, e depois postar minhas impressões aqui no blog. Obviamente, alguns spoilers podem ser esperados, mas acho que isso é algo que as pessoas que passarem aqui já poderão imaginar.

    No começo, vou usar os vários livros que já tenho aqui, pra ir relendo e, depois, me desfazendo deles – vendendo ou doando, tanto faz. Vai depender da demanda por cada um dos livros que eu for terminando. Depois que acabar com esses, vou ficar mais que feliz em receber indicações dos leitores que por aqui estiverem – ou até de ler seus livros, se forem escritores. É só me dar o nome do livro e o nome de autor que usaram, com a informação de como adquirir (faço questão de comprar), que o livro entra na minha lista. 

    Bom, amores, por hoje é só, como eu disse foi realmente um post bem rapidinho. O primeiro livro já está sendo escolhido, e deve aparecer por aqui em breve (ou não tão breve, já tenho vários outros posts planejados, mas uma hora ele aparece).

    Se tiverem sugestões, podem mandar à vontade pelos comentários.

    Beijos, e até o próximo post!

     
  • Jay 22:00 em 16/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Por que minhas histórias giram em torno de mulheres? 

    Oi, leitores invisíveis! Tudo bem? Espero que sim.

    Estou aqui de novo matando tempo e escrevendo mais um pouco sobre escrita aqui no blog. Prometo que esse não é o único tema que vou abordar aqui. Vou escrevendo de acordo com uma lista em que vou colocando as ideias à medida que surgem. É por isso que, às vezes, vocês vão ver vários posts com um tema parecido de uma vez.

    Antes de eu começar o post propriamente dito, só um aviso: este post não traz dicas de escrita ou receitas a ser seguidas. É apenas um post sobre o que e como eu escrevo, sem pretensões de que quem quer que seja siga meus passos. OK? 

    Uma das coisas que as poucas pessoas que já leram algo meu me perguntam é: por que seus escritos são tão centralizados em mulheres?

    Bom. Vamos conversar, né?

    A primeira e óbvia razão é que sou mulher, e vivo como mulher há 35 anos. Sim, eu sou meio velhinha. A segunda é que muito do que eu consumo em matéria de mídia – filmes, séries, livros – tem foco em mulheres, ou, ao menos, personagens femininas em relevo ao ponto que não dá pra ignorá-las ou não vê-las em posição muito próxima ao protagonismo. A terceira é que eu convivo muito com mulheres. 

    Venho de uma família extensa, formada por mulheres de coragem. Pergunte a qualquer homem da minha família, e ele irá falar sobre como as nossas mulheres são fortes e corajosas. Algumas têm uma coragem mais ‘barulhenta’, outras são de uma coragem mais silenciosa. Mas todas elas são mulheres corajosas, que batalham ou suportam, dependendo da situação em que se encontram envolvidas.

    Tenho uma grande admiração por todas as mulheres da minha família, desde a avó que, mesmo depois de dois AVCs, ainda unia a família em torno dela e se preocupava com todos, até a tia que, abandonada pelo marido com cinco filhos, foi à luta e cuidou de todos, até a prima que faz de tudo um pouco – esposa, mãe, filha, prima, amiga, e dona do próprio negócio, e sempre de bom humor.

    Mulheres diversas, na cor, raça, religião, personalidade, gostos. São mulheres de todos os tipos, mas todas são da minha família. E cada uma merece admiração a seu modo. São essas mulheres que são os meus exemplos. E cada personagem que escrevo é um pedacinho delas, mesmo que não se pareça com elas. É um  nome, é um pedaço de história, é uma personalidade ou um jeito de falar.

    Ou até não é nada disso, mas eu ainda quero escrever sobre mulheres porque elas sempre estiveram no centro do meu mundo.

    Agora é sua vez, pessoa que me lê. Sobre quem você escreve, e por quê? Divide comigo nos comentários!

    Beijinhos, e até o próximo post!

     
  • Jay 20:01 em 12/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Liberdade de expressão na escrita 

    Olá, pessoa que tropeçou aqui nesse blog! Tudo bem? Espero que sim!

    Vim aqui falar mais um pouco sobre escrita hoje. Acho que é bom avisar, antes de qualquer coisa, que este não é um post de dicas de escrita. Até porque eu não sou escritora profissional, editora, ou qualquer coisa do tipo. O máximo de educação formal que tenho no assunto é um semestre de produção textual na faculdade, e olhe lá.

    Ainda não sendo profissional, no entanto, gosto de escrever. Gosto de ler. Gosto de falar com gente que escreve. 

    E um dos debates que vejo muito é sobre a liberdade de expressão. Atualmente, com a facilidade de auto-publicação (nota: eu não tenho nada contra auto-publicação) e com as gráficas que se dizem editoras e cobram do autor para publicar (tenho tudo e mais um pouco contra), basicamente qualquer pessoa que possa juntar algumas palavras e alguns trocados pode publicar um livro.

    Do fato de qualquer pessoa (ou quase qualquer pessoa) poder publicar um livro, pode sair muita coisa boa, e muita coisa ruim. Muita gente publica livros sem o menor controle de qualidade. Nem uma olhadinha pra corrigir os erros gramaticais ou os furos no enredo acontece às vezes.

    E aí, o que acontece? Pessoas compram o tal livro (se o autor tiver sorte). Pessoas leem o tal livro (já compraram mesmo, né?). Pessoas gostam do livro. Outras pessoas não gostam do tal livro. Essas pessoas reclamam do tal livro. Autor do tal livro se ofende. 

    Se as pessoas que não gostaram do livro reclamarem da gramática, ortografia, dos furos no enredo, ainda há alguma salvação para elas. Mas se elas ousarem reclamar de algum tema abordado – geralmente algum tema problemático -, sai de baixo.

    A primeira reclamação do autor vai ser que estão cerceando sua liberdade de expressão. Mas será que estão mesmo?

    Não. Não estão. No seu sentido mais básico, a liberdade de expressão é um direito legal. Consta da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e consta também da nossa constituição na seguinte forma: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença“. (Artigo 5º da Constituição de 1988  – o grifo é meu) Vou parar por aqui, já que estamos falando apenas de manifestação artística. A parte que grifei é bastante relevante. Violar a liberdade de expressão seria exercer a censura. A censura é um dispositivo legal (não no sentido de ‘é legalmente permitido’, no sentido de que é algo que ocorre por lei) em que o governo vigente decide o que pode ou não ser veiculado. A partir do momento em que um livro foi publicado e chegou às mãos dos leitores, não se pode mais falar em censura e violação da liberdade de expressão.

    “Mas peraí, Jay, falaram que eu não posso colocar no meu livro (insira aqui aquela cena controversa que fez chover reclamação em cima do seu livro)! Estão tesourando minha liberdade de expressão!”. Não, criança. Não estão. Estão dizendo que não concordam com aquilo que você teve a liberdade de expressar. Posso concordar com sua liberdade de expressão, e discordar daquilo que você expressa. Assim como você que me lê é livre para discordar de cada palavra do que eu digo, e ainda assim não cercear a minha liberdade de expressão.

    Dizer “cara, não é legal escrever isso” é expressar uma opinião ou dar um conselho. E algumas vezes esse conselho é bem válido, dependendo do que você quer escrever. Eu já dei e ouvi esses mesmo conselho várias vezes. Acontece bastante quando a pessoa quer escrever algo apenas para chocar. Acontece muito – ao menos na literatura brasileira – com cenas de estupro. E não, dizer “não é legal fazer a protagonista ser estuprada para desenvolvimento de personagem” não é censurar o seu direito de fazer isso. Quer escrever a cena? Eu não recomendo, mas vai em frente. Você tem liberdade de expressão. E eu tenho a liberdade de dizer que odiei seu livro por causa do estupro gratuito.

    Bom, acho que é isso. Pra resumir a ópera, dizer que não gostou do livro não viola a liberdade de expressão do autor. Recomendar que o autor não escreva aquela cena controversa que não acrescentará nada ao roteiro também não. A única coisa que viola a sua liberdade de expressão no sentido mais puro da expressão é a censura. E, se você publicou o livro, acho que não foi esse o caso, né?

    Acabei, prometo. 

    E agora, se você .quiser, pode usar a sua liberdade de expressão pra dizer alguma coisa nos comentários. É permitido. E é até de graça.

    Beijinhos, e vejo vocês no próximo post!

     
    • Marina Costa 02:14 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

      My latest published novel is a bit… controversial, and I expect it to raise some dust… exactly like its basic subject (one of them) does: bullfighting. I am writing about a young novillero (and his friends, and his love story, and his death…) As the subject is less known in my country, I have researched extensively. Including the Portuguese style of rejoneador – even if mine are Mexicans (but some figures were borrowed).

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      • Jay 05:05 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

        Bullfighting is definitely a hot-button topic, especially nowadays. In here, there’s a current ban and fight against the ‘vaquejada’, which’s our form of bullfighting on horseback, though it doesn’t end in death for the bull. I hope you don’t get eaten alive. 😀

        Curtido por 1 pessoa

        • Marina Costa 06:02 em 16/08/2018 Link Permanente

          If it doesn’t end in death for the bull, then why banning it? Then it is just a very beautiful sport!

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        • Jay 08:25 em 16/08/2018 Link Permanente

          Animal cruelty, basically, that’s their claim. I can see their point, but I can also see why there’s push back, exactly because they don’t kill the bull in the end of a ‘run’ (it’s how they call each event). But it’s a hot topic nowadays, so everyone jumps on the band wagon and doesn’t really think much about what they’re doing.

          Curtido por 1 pessoa

  • Jay 21:02 em 08/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Livro que me marcou: As duas vidas de Audrey Rose 

    Audrey-Rose

    Capa do livro. Tirada daqui.

    Olá, leitores invisíveis! Tudo bem? Espero que sim! Eu vou bem, levando aqui a vidinha de sempre, saindo de umas crises pessoais, mas firme e forte pra continuar tocando o barco.

    E como as coisas não estão assim tão ruins, decidi vir aqui falar novamente de coisas aleatórias. Hoje vou falar de uma das minhas paixões – livros. Paixão essa que, se tudo correr bem, vai aparecer de forma mais relevante aqui numa série futura. 

    Mas hoje, vou falar apenas de um livro. 

    Para o bem ou para o mal, eu tenho duas qualidades que me ajudam bastante nas leituras: tenho uma excelente memória para palavras, e sou altamente impressionável – ao ponto de ter sonhos extremamente vívidos com passagens dos livros que estou lendo ou já li.

    Não são todos os livros que me levam a sonhar, claro, senão já teria ficado (mais) doida (ainda). São apenas aqueles que realmente me impressionam por alguma razão.

    O livro que dá o título a este post foi um desses. Segue abaixo uma breve sinopse (escrita por mim com base na minha lembrança geral do livro):

    Ivy Templeton, 10 anos, vive com seus pais em Nova York. A família parece ter uma vida perfeita, até que uma estranha série de pesadelos começa a atingir a menina. Com a ajuda de um estranho misterioso, a família descobre que os ‘pesadelos’ de Ivy são, na verdade, lembranças dolorosas do fim trágico de sua vida passada como Audrey Rose Hoover. 

    Há também um filme que foi feito, mas ainda não o assisti, e não sei se o farei. Não sou muito ligada em filmes, ainda mais quando são baseados em livros (fica aqui a exceção feita para os filmes da série Harry Potter, porque assisti ao primeiro filme antes de ler o primeiro livro).

    O que me impressionou no livro? Não, não foi o ângulo da reencarnação, conceito religioso em que não acredito particularmente. Foi a forma como o autor (Frank De Felitta) descreveu as manifestações dos pesadelos de Ivy. Uma das melhores cenas, na minha opinião, é justamente a que ocorre quando Ivy e Janice (a mãe) estão sozinhas em casa, e a menina consegue sair do quarto durante um pesadelo, passando pela casa toda no seu terror noturno com a mãe em desespero atrás dela. A cena inteira é um longo pesadelo, tanto para quem está dormindo como para quem está acordada, e foi uma cena que me marcou demais, ao ponto de eu ainda lembrá-la em detalhe e ter uma imagem bastante vívida na mente, mesmo não tendo assistido ao filme.

    Como falei lá em cima, não acredito em reencarnação, e o livro é bem centrado no tema, com apoio no conceito hindu de encarnações sucessivas como lições para uma vida seguinte melhor (ou pior, se a pessoa não tentou melhorar e se refinar na vida que terminou). Mesmo assim, é um livro interessantíssimo, do tipo que, independente do tema focado na religiosidade, prende o leitor a cada página, e, para gente mais impressionável como eu, pode deixar memórias profundas.

    Minha cópia ficou no Rio, mas, se eu conseguir recuperá-la e houver interesse no futuro, posso reler pra série aqui do blog. Vamos ver. Por enquanto, fica aqui a recomendação. 

    Agora é sua vez, pessoa que por aqui passa. Há algum livro que te marcou como esse me marcou? Já leu o livro e tem uma opinião diferente? Fala comigo nos comentários!

     
  • Jay 16:22 em 04/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Escrita e Justiça Social 

    Olá, pessoa que por aqui passa! Tudo bem? Espero que sim.

    Eu vou bem, me recuperando de uma crise de seja lá o que for que peguei – algo parecido com uma gripe forte – e de uma crise depressiva bem chatinha. Mas vamos tocando o barco, e vamos continuando a escrever.

    Hoje vim falar um pouco mais sobre escrita. A escrita é uma parte importante da minha vida, então alguma coisa sobre o tema vai aparecer com alguma frequência aqui, sejam comentários gerais, pequenas coisas que escrevi, perfis de personagens, ou qualquer outra coisa sobre o assunto.

    Vou começar dizendo que não sou uma justiceira social, e não os vejo com muita simpatia. Entendo as causas que abraçam, mas não a maneira agressiva e violenta com que as defendem. Se você que me lê é um, ou concorda com ele, vamos ter que concordar em discordar. Eu não vou mudar de ideia, mas também não  vou tentar convencer quem quer que seja a mudar a maneira de ver o mundo. Cada pessoa tem suas próprias experiências e trilha seus próprios caminhos, e nenhum de nós pode saber com certeza o que outra pessoa vive.

    E o que me preocupa no momento não é a justiça social em geral. É a maneira como ela é aplicada à escrita. 

    Na minha nada abalizada opinião, o mundo do escritor deve ser livre. É claro que eu não defendo exaltação da pedofilia ou de diversas formas de abuso. Mas defendo a liberdade de criação do escritor em tudo o que não seja ativamente nocivo. E é nisso que minha rixa com os justiceiros sociais consiste.

    Vejo dois lados dessa briga, e, pra mim, os dois estão errados.

    Um dos lados defende que se deve representar de qualquer jeito. Se sua obra é centrada num determinado núcleo, você precisa ‘dar um jeito’ de colocar um membro de uma minoria, mesmo que acabe virando o personagem de minoria que está ali por estar. Sou contra. Não, não sou contra a representatividade. Mas sou contra enfiar um personagem qualquer na história e não dar a ele qualquer tipo de ação. Se sua história puder ser reescrita sem aquele personagem sem mudar nada, você não está incluindo coisa alguma.

    O outro lado defende que só quem é seja lá o que for pode escrever sobre aquilo. Se você é homem, não pode escrever sobre uma protagonista feminina. Se é branco, seu protagonista não pode ser negro. Se não é deficiente físico, nem pense em escrever um. E assim por diante.

    Não sei se é porque grande parte da minha escrita foi feita no ambiente do RPG, em que o ‘trabalho’ do escritor é basicamente se colocar na pele de outra pessoa, mas tenho uma aversão profunda a essa segunda maneira de pensar. Sou mulher, carioca, negra, solteira, childfree, asexual, e atraída sentimentalmente por homens e mulheres. A protagonista da história em que estou trabalhando é branca, heterosexual, casada, e tem filhos. Em teoria, eu não poderia escrever sobre ela?

    Ou será que eu poderia, fazendo a pesquisa devida e fazendo o melhor para me libertar de estereótipos e enxergar uma pessoa real, com dilemas reais, e desafios que eu não sinto na pele, mas sobre os quais posso estudar?

    Sou contra escrever sobre qualquer outro grupo de pessoas sem fazer a lição de casa. Mas também sou contra forçar ou proibir a presença de personagens de outros grupos apenas por uma ideia mal orientada – na minha opinião – de justiça social.

    E você que me lê? Onde se encontra nesse espectro de opiniões? Todas as opiniões, mesmo contrárias à minha, serão ouvidas, desde que expressas de forma educada. Clica aqui pra comentar!

    Beijos, e até o próximo post!

     
    • Marina Costa 02:06 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

      I also disagree with Social Justice warriors – this Political Correctness movement is something too far-fetched. It would be good in its essence, but how it is implemented, it gets the opposite effect than desired. I disagree as well with the “Write what you know.” which implies that you can’t write about someone who isn’t like you. By contrary! If all the writers respected this, we would have only very few and boring stories to read. Because men were the ones who wrote first, and if they couldn’t write about women, or about people of different professions/ ethnicities/ etc… then where is the story? There would also be no vampire, fairies, anything horror/ supernatural/ SciFi… because nobody had really seen those.

      I would say, by contrary, KNOW WHAT YOU WRITE! I.e. do research. And write as widely as possible… (Confession time – very few of my characters are Romanian, Orthodox and born in the 20-th century… 😛 Many are of another Romanic-roots ethnicity, Catholic, and born in past centuries…)

      Curtido por 1 pessoa

      • Jay 04:59 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

        My major problem with the “Social Justice” people is that they expect kindness but exercise none unless you are what they consider worthy of some. And I agree, know what you write is the best policy in general. Nowadays, with research at our fingertips, there’s basically no reason for one to simply stick to their own experiences when writing.

        Curtido por 1 pessoa

  • Jay 22:44 em 01/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Minha visão sobre relacionamentos 

    Olá, pessoa que por aqui passa! Tudo bem? Espero que sim!

    Mais um mês que começa, mais um post, e mais coisas aleatórias sobre mim que provavelmente ninguém quer saber. Desculpa aí, mas tenho que falar sobre alguma coisa aqui no blog, né?

    Hoje vou falar sobre relacionamentos. Ou, mais propriamente, sobre minha opinião sobre eles.

    Vamos começar dizendo o óbvio: isso é uma opinião, e nada mais. Não é uma regra pra vida de qualquer outra pessoa. E vamos continuar dizendo o menos óbvio: eu, pessoalmente, não tenho interesse algum em ter um relacionamento romântico. 

    Não foi sempre assim. Quando eu era criança, era uma romântica incorrigível. Tinha o costume de me apaixonar quase todo ano. Conhecia um cara legal, pronto. Mas eram paixonites. Acho que gostava mais da paixão que da pessoa. E não vivia muito com aquilo. Geralmente, uma vez que eu sabia que o cara não estava interessado – ou uma vez que tinha passado algum tempo namorando-o – eu acabava perdendo o interesse. Enjoava, e acabava terminando a relação e partindo pra outra. Às vezes, era o cara quem terminava, ou ficava com outra pessoa enquanto estava comigo, e aí cada um pro seu lado. Outras vezes eram problemas que afetavam o relacionamento, como padrões de comportamento que não combinavam com minha vida.

    Meus últimos dois relacionamentos serviram pra azedar de vez o caldo da minha vontade de me relacionar com quem quer que fosse.

    O penúltimo foi com um rapaz que sofria de uma paranoia insana. Ele simplesmente metia na cabeça que eu estava mentindo pra ele o tempo todo. Se eu demorasse mais 10 minutos além da hora que deveria chegar em casa do trabalho, eu estava com algum outro cara. Se eu dizia que ia dormir, tinha insônia e ficava mexendo no Facebook pra me distrair, eu tinha mentido pra ele e não tinha ido dormir coisa nenhuma. Se eu dizia que o Skype funcionava mal no meu computador (o que era a mais pura verdade, ao ponto de eu parar de usá-lo até pro trabalho), ele dava um piti achando que eu estava inventando desculpas pra não falar com ele online em tempo real. E, claro, a qualquer uma dessas situações, ele brigava comigo, gritava comigo, me xingava, dizia que eu não prestava, enfim. Era um pesadelo. Chegou uma hora que desisti e o mandei pastar. Não dava, era abuso demais. Ele ainda me procurou algumas vezes, mas acabei deixando pra lá. O melhor era não manter o contato.

    O último foi com uma moça, e tudo começou bem. Até ela entrar numa ideia de que ela era a vítima em todas as situações da vida dela. Se ela cometia um erro no trabalho, era uma conspiração dos outros que não queriam ensiná-la direito. Se ela brigava com a mãe, a mãe tinha decidido acabar com a vida dela. Se eu falava bom dia, era uma insensível que não sabia que nenhum dia da vida dela era bom. Basicamente, minha vida estava virando um inferno em que eu não podia falar nada sem receber uma resposta completamente desproporcional. Acabei terminando, não aguentava mais pisar em ovos.

    Sei que duas experiências ruins não são o suficiente para azedar a ideia de relacionamentos na vida da maioria das pessoas. Mas pra mim, que já não tinha muito interesse em relações amorosas, foi o bastante. Decidi viver uma vida mais calma sem ter um marido, namorado, ou que outra coisa seja. Prefiro viver com minha família e meus amigos. Esses são os relacionamentos que preenchem a minha vida, e que (geralmente) não me desapontam.

    Bom, é isso que eu tinha a dizer por hoje. Meio bestinha, né? Mas foi só mais um post de prática. Estou bem enferrujadinha mesmo, preciso escrever mais em português. Felizmente tenho alguns projetos pro futuro que devem ajudar nisso. Devo falar deles aqui no blog em breve.

    Mas agora é sua vez, pessoa que passa por aqui. O que você pensa sobre relacionamentos românticos? Concorda comigo? Discorda? Seja como for, fala comigo ali nos comentários.

    Beijinhos, e até o próximo post!

     
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