Livro que me marcou: As duas vidas de Audrey Rose 

Audrey-Rose

Capa do livro. Tirada daqui.

Olá, leitores invisíveis! Tudo bem? Espero que sim! Eu vou bem, levando aqui a vidinha de sempre, saindo de umas crises pessoais, mas firme e forte pra continuar tocando o barco.

E como as coisas não estão assim tão ruins, decidi vir aqui falar novamente de coisas aleatórias. Hoje vou falar de uma das minhas paixões – livros. Paixão essa que, se tudo correr bem, vai aparecer de forma mais relevante aqui numa série futura. 

Mas hoje, vou falar apenas de um livro. 

Para o bem ou para o mal, eu tenho duas qualidades que me ajudam bastante nas leituras: tenho uma excelente memória para palavras, e sou altamente impressionável – ao ponto de ter sonhos extremamente vívidos com passagens dos livros que estou lendo ou já li.

Não são todos os livros que me levam a sonhar, claro, senão já teria ficado (mais) doida (ainda). São apenas aqueles que realmente me impressionam por alguma razão.

O livro que dá o título a este post foi um desses. Segue abaixo uma breve sinopse (escrita por mim com base na minha lembrança geral do livro):

Ivy Templeton, 10 anos, vive com seus pais em Nova York. A família parece ter uma vida perfeita, até que uma estranha série de pesadelos começa a atingir a menina. Com a ajuda de um estranho misterioso, a família descobre que os ‘pesadelos’ de Ivy são, na verdade, lembranças dolorosas do fim trágico de sua vida passada como Audrey Rose Hoover. 

Há também um filme que foi feito, mas ainda não o assisti, e não sei se o farei. Não sou muito ligada em filmes, ainda mais quando são baseados em livros (fica aqui a exceção feita para os filmes da série Harry Potter, porque assisti ao primeiro filme antes de ler o primeiro livro).

O que me impressionou no livro? Não, não foi o ângulo da reencarnação, conceito religioso em que não acredito particularmente. Foi a forma como o autor (Frank De Felitta) descreveu as manifestações dos pesadelos de Ivy. Uma das melhores cenas, na minha opinião, é justamente a que ocorre quando Ivy e Janice (a mãe) estão sozinhas em casa, e a menina consegue sair do quarto durante um pesadelo, passando pela casa toda no seu terror noturno com a mãe em desespero atrás dela. A cena inteira é um longo pesadelo, tanto para quem está dormindo como para quem está acordada, e foi uma cena que me marcou demais, ao ponto de eu ainda lembrá-la em detalhe e ter uma imagem bastante vívida na mente, mesmo não tendo assistido ao filme.

Como falei lá em cima, não acredito em reencarnação, e o livro é bem centrado no tema, com apoio no conceito hindu de encarnações sucessivas como lições para uma vida seguinte melhor (ou pior, se a pessoa não tentou melhorar e se refinar na vida que terminou). Mesmo assim, é um livro interessantíssimo, do tipo que, independente do tema focado na religiosidade, prende o leitor a cada página, e, para gente mais impressionável como eu, pode deixar memórias profundas.

Minha cópia ficou no Rio, mas, se eu conseguir recuperá-la e houver interesse no futuro, posso reler pra série aqui do blog. Vamos ver. Por enquanto, fica aqui a recomendação. 

Agora é sua vez, pessoa que por aqui passa. Há algum livro que te marcou como esse me marcou? Já leu o livro e tem uma opinião diferente? Fala comigo nos comentários!

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