Atualizações de setembro, 2018 Ativar/desativar aninhamento de comentários | Atalhos do Teclado

  • Jay 19:48 em 23/09/2018 Link Permanente | Resposta  

    Projeto Adúltera #2 – Personagens 

    Olá, leitores, como vão? Espero que todo mundo esteja bem!

    Estou aqui de novo, depois de um domingo bem preguiçoso, com o segundo post referente ao Projeto Adúltera. Como expliquei antes, por enquanto não estou postando aqui exatamente o que escrevi. A parte de hoje, por exemplo, daria spoilers demais, visto que marquei algumas ações importantes que cada personagem tomaria mais tarde na história. Mesmo assim, vim aqui atualizá-los no que escrevi.

    Criei hoje a base das seis personagens principais da obra. Por enquanto, seus nomes são: Clara, Gabriel, Patrícia, Eduardo, Márcia e Fernando. Clara é minha protagonista. Os nomes ainda podem mudar, e nenhuma personagem tem ainda um sobrenome definido. Os nomes estão aqui apenas pra que eu não me confunda, mas tenho certeza de que pelo menos um irá mudar até o final da história.

    Além dos nomes, marquei as idades que eram relevantes, e seus papeis na história. Apenas. É possível que eu escreva sobre eles em mais detalhes antes de começar a escrever efetivamente. Vamos ver. 

    Agora que já falei um pouquinho sobre o meu projeto, por que não me falam dos que vocês estão preparando? Dividam comigo nos comentários!

    Beijinhos, e até o próximo post!

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    • Marina Costa 07:10 em 24/09/2018 Link Permanente | Resposta

      I am going to write for NaNoWriMo this November a… contemporary romance. Yes, you have read well. No more YA, no more historical… who’s that girl? Not me! And half of me is afraid I can’t do it justice, because it isn’t my usual genre… Just that it wanted to be written. The idea hit me… in the bus, going to my mother, and it hit me as hard that I was nearly descending to the previous station than I should!

      Just… from the YA novel which is going to appear soon (I saw the prototype), I realized that starting 2 years from the epilogue (ie about 20 years later than the actual story, the characters grew up…) two secondary characters can have their new chance to happiness and new demons to overcome, those of the contemporary society. He is a sailor, a recovering alcoholic (recovering in due time, ie not yet made a total wreck by the alcohol; he was persuaded to seek help in the last moment, and he had the motivation to stop drinking) who was unable to have a proper relationship with a woman (one-night-stands and drinking buddies ending in bed don’t count) because he was mourning his unrequited first love (who was happy with the man she had chosen, and who wished him all the happiness too). She is a studious widow, with a PhD, working in research and who had loved her spouse – dead suddenly 2 years ago of allergic shock following an insect sting (yes, it happens, rarely but it does, and sometimes the allergic shock is mortal, other times it can be saved. But he was alone when it happened.)

      None of them is looking for a relationship, but they get together for a village holiday – his relatives are there, and his younger sister is her best friend she was invited by, for the holiday… (His first love, the one he had pined for his whole life, is also her best friend, they had been a trio, and she knows it.) And the story starts from here… At a certain moment, she gets fired from work (reorganisations happen often in our times, I got early retirement with such one, she would be a bit too young for it), later he gets recognized by bad men from his long ago past, who want revenge… Something like this.

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      • Jay 08:25 em 24/09/2018 Link Permanente | Resposta

        Hey, I’m sure you’ll do it justice! And it’s really exciting to venture out of one’s usual genre! I’m looking forward to following the process from afar if you’re planning on sharing it on your blog like I’m doing or after you wrap up NaNoWriMo! I’m not sure I’m doing it because I’ll probably be recovering from surgery during November, so I’ll just try and write when I can. 🙂 Looking forward to having you come here to tell me you’re done with the first draft! 😉

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  • Jay 22:07 em 17/09/2018 Link Permanente | Resposta  

    Por que gosto de escrever à mão? 

    Olá, leitores! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

    Em primeiro lugar, acho que cabe um pedido de desculpas por ter andado postando menos do que deveria, né? Diz o pessoal que orienta os blogueiros profissionais que não é muito legal pedir desculpas pelo sumiço, mas olha pra minha cara de quem vai um dia ser blogueira profissional, né? Ah, vá. Então, desculpem. A vida anda corrida, ainda correndo de um lado pra outro pra resolver a situação da cirurgia, e ainda por cima uma enxaqueca monstruosa me atacou semana passada e só me deixou hoje (foi só eu falar que ela já deu uma ameaçada, maldita), então com tudo isso, nem deu pra pensar em postar ou fazer qualquer outra coisa que não fosse ficar deitadinha num quarto escuro quando não estava trabalhando. Ufa!

    Explicação dada, vamos seguir em frente.

    Em primeiro lugar, vamos tirar uma pedra do caminho: eu amo tecnologia. Eu vivo disso, eu vivo com isso, eu amo ficar no computador, mexer no celular, aprender sobre assuntos da área. É bom deixar isso claro antes que alguém me acuse de ser uma tecnófoba e ache que eu tenho saudades da máquina de escrever. (Só um pouquinho, mas vamos fingir que não)

    Mesmo gostando, e muito, de tecnologia, tem uma coisinha um pouco anacrônica que eu não dispenso: escrever à mão. Em cursiva, ainda por cima. Eu sei, estou me datando aqui. Tenho 35 anos, né? No meu tempo (que horror), a gente fazia caligrafia na escola para aprender a formar as letras em cursiva antes mesmo de saber direitinho o que estava escrevendo.

    Pode ser por isso que eu gosto de escrever à mão, porque me lembra de um tempo mais simples. Ou pode ser porque mantive diários desde que me entendo por gente. Quando eu era bem novinha, os diários eram usados como deveriam ser. Pequenos segredinhos, besteirinhas que eu tinha feito e que, naquele tempo, pareciam grandes transgressões, ou o nome do menino de quem eu gostava na escola. Essas coisas.

    À medida que eu fui ficando mais velha, os segredinhos, códigos secretos e bobagens sobre o menino da vez foram perdendo a graça. Descobri outra utilidade pros diários: escrever ficção. Nem sei direito o motivo por que comecei. Apenas deu vontade, e em vez de escrever os diários como eu, comecei a escrevê-los na pele de alguma personagem que eu inventava na minha cabeça. Era divertido, e me tirava um pouco da vida real.

    Depois de algum tempo escrevendo diários fictícios – uma prática que retomei anos depois, com um blog cujo nome eu não divulgo nem sob tortura -, aquilo não era mais o bastante pra mim. Eu queria mais.

    Comecei então a querer escrever histórias mais longas. Minhas primeiras histórias foram fanfics, muito antes que eu sequer ouvisse falar do termo. Eu escrevia histórias com base em filmes, e até novelas. Não, eu não tenho vergonha. Era divertido. Eram histórias românticas, meio melodramáticas, mas era bem divertido de escrever e imaginar. Era divertido reescrever histórias que eu tinha lido ou assistido, e fazer acontecer do jeito que eu achava que deveria.

    Depois disso, naturalmente, comecei a criar meus próprios universos dentro do nosso mundo. Nunca fui muito dada à fantasia, aos mundos paralelos. Gostava – ainda gosto – de escrever dentro do mundo em que vivemos. Pessoas comuns fazendo coisas incomuns. Ou até coisas comuns, mas que elas não teriam feito fora das minhas histórias.

    Tudo começou escrevendo à mão, em diários, depois cadernos, papel solto, qualquer lugar onde eu pudesse escrever alguma coisa. E assim continuo. Hoje tenho o blog, e os posts são escritos diretamente aqui (o que explica a falta de foco que acontece às vezes). Mas as histórias de ficção, essas continuam sendo escritas à mão primeiro e digitadas depois, porque é assim que eu crio melhor.

    Ufa. Acho que já falei demais, né? Queria dar uma explicação simples sobre algo mundano, e acabei levando vocês pra uma viagem pelo túnel do tempo. 

    Agora, então, é sua vez, leitores. Vocês que escrevem ficção ou não ficção, como preferem criar? À mão? Direto no computador? Gravando sua voz e depois escrevendo? Dividam comigo nos comentários!

    Beijinhos, e até o próximo post!

     
    • Marina Costa 16:25 em 18/09/2018 Link Permanente | Resposta

      I prefer directly on the computer. Since having a computer, I nearly forgot how to handwrite 😛 (and during some training courses where the trainer dictated at high speed, it was seen – I had to ask myself afterwards “What did I want to write here?”) Mostly historical fiction. It is fun that I had only one shy attempt at fanfiction, at 10 (and I didn’t know that really was a thing called fanfiction until 41), when, after finishing reading “The Jungle Book”, I felt it was not enough and I started writing about Mowgli’s life in the village. It lasted about 10 pages… then it stopped for lack of inspiration. (I would say now lack of research, but then I had no idea I needed research).

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      • Jay 17:11 em 18/09/2018 Link Permanente | Resposta

        It does make sense. I write on the computer a lot (roleplay posts, blogs, etc), and for work too, so at the end of the day, I feel a bit refreshed and with my creative juices flowing better when I shorthand stuff. Of course, my fast handwriting looks like you’d need a Rosetta stone to decipher, 😀 But it works to help me create, so I’m not gonna complain. And now I’m super curious about your early non-fanfiction, but it seems like I’m gonna have to be curious and live with it, won’t I? 😉

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    • Marina Costa 17:45 em 19/09/2018 Link Permanente | Resposta

      Yes, you’ll have to live with it. It happened in 1978 and nobody has that notebook anymore 😛

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      • Jay 17:56 em 19/09/2018 Link Permanente | Resposta

        Damn, at this point not even the local dumpster – if there’s one in your area – has it anymore. It was even before I was born (I’m not implying you’re old 😉 )

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    • Marina Costa 06:36 em 24/09/2018 Link Permanente | Resposta

      I am just half a century young… And I am not ashamed of my 50.

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  • Jay 19:35 em 14/08/2018 Link Permanente | Resposta  

    O que é um leitor beta? 

    Olá, leitores! Tudo bem? Espero que sim!

    Venho aqui falar mais um pouquinho de escrita. Parece que é só isso que eu faço ultimamente, mas eu tento não falar nisso o tempo todo. Juro que tem outros temas planejados para futuros posts. Fiquem por aí, sério. Não fujam.

    OK, parece que vocês ainda estão aí. Vamos ao tema do post.

    Quando eu comecei a escrever – mais ou menos na época em que os dinossauros ainda andavam pela Terra e a gente ainda tinha aula de Estudos Sociais na escola -, não se ouvia falar em leitor beta. Até pode ser que existisse algo similar, mas o nome definitivamente não existia.

    E mesmo hoje em dia, eu ainda ouço algumas pessoas perguntando do que se trata, então decidi tirar um minuto pra falar do que um leitor beta é, e também do que ele não é.

    O que é: basicamente, um leitor beta é alguém que vai ler o seu livro depois que você fizer a primeira revisão nele (ou antes, se o seu beta for um anjo na Terra) e apontar incoerências, furos, e basicamente falar francamente com você sobre o livro, dando opiniões e sugestões que você pode ou não implementar, de acordo com os seus planos para o livro. Geralmente o serviço é feito sem custo para o escritor.

    O que não é: apesar de muito útil, o leitor beta não é um revisor gramatical. Ele não é um editor. Ele não vai reescrever o seu livro pra você. E ele não é – nunca se esqueça disso – seu empregado. 

    Como utilizar: agite antes de u… não, pera. Utilizar um leitor beta é simples. Você entrega o seu manuscrito para a pessoa, fala um pouco com ela sobre ele e sobre o que você espera – ou se há alguma parte específica a que você gostaria que fosse dada mais atenção – e aguarda o retorno que a pessoa tiver a dar.

    Como encontrar: geralmente circulam por aí em grupos de escritores. É considerado de bom tom oferecer seus próprios serviços como beta (à mesma pessoa ou a outra) quando você procura um beta. Uma mão lava a outra, sabe?

    Algumas pequenas recomendações: 

    1. Ter mais de um leitor beta é uma boa ideia, seja ao mesmo tempo ou em momentos diferentes do trabalho;
    2. Respeite o fato de que o seu leitor beta está fazendo um trabalho voluntário. Entenda que ele tem uma vida, e seu livro é apenas uma parte dela;
    3. Escolha leitores que curtam o gênero que você escreve – caso contrário eles já começarão com uma percepção negativa;
    4. Aprenda a aceitar e filtrar críticas antes de pedir para alguém betar o seu livro. Sério, ninguém quer fazer um favor pra ser xingado porque o ego do escritor é frágil demais.

    Bem, acho que é isso. Eu já fui beta de alguns livros. Na verdade, dois livros e um conto. Duas experiências boas – um dos livros e o conto – e uma ruim. Os dois escritores com quem tive boas experiências foram maravilhosos. Entenderam que eu tinha uma vida corrida e só tinha tempo de betar nos fins de semana, aceitaram com tranquilidade meus comentários e sugestões – mesmo os que não implementaram – e agradeceram educadamente pelos meus serviços.

    O outro? Um terror. Insistente – eu disse que não gostava do gênero do livro, mas ele não acreditou. Chato – não entendia que eu tinha mais o que fazer e não podia largar meu emprego pra ficar debatendo o livro na hora que ele queria. Arrogante – qualquer problema que eu apontava no livro era ‘porque eu não entendia a visão dele’. Li poucos capítulos e desisti. E ainda tive que lidar com pressão e chantagem emocional porque ele não conseguia acreditar que eu não queria ler o livro dele. Tentei ao máximo falar com educação, mas o cara pressionou tanto que eu acabei dizendo que odiei o livro e me contendo pra não mandar pastar.

    E assim acabou minha curta carreira como leitora beta. 

    Acho que já falei demais, né? Agora é a vez de vocês. Já foram leitores beta? Já tiveram alguma experiência memorável – positiva ou negativa? Ou já tiveram experiências memoráveis estando do outro lado da mesa? 

    Dividam comigo nos comentários!

    Beijos, e até o próximo post!

     
    • Marina Costa 02:11 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

      I am not a good beta reader. I often can’t say in depth why I didn’t like a thing. I am not good at literary analysis. But if given a book to read, I do try my best. And I am lucky to have a beta reader, who both reads and edits 🙂 because she studied Romanian – French. For my debut novel, though, the Viking one, I had as beta reader a good writer… but who, I discovered, didn’t like the genre I was writing in (adventures- YA). Her novels are contemporary (plus a historical up to contemporary family saga, deeply documented after a real family). And she suggested me another point of view… actually, another story than the one I had in me to tell. Of course I didn’t take that into consideration…

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      • Jay 05:03 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

        It is problematic when the beta reader doesn’t want to read the work at all. My writer knew I didn’t like it and tried to push it because his book was ‘different’. It was, but not in a good way. I’m a pretty decent beta reader, and don’t mind when people don’t take my suggestions to heart (though I do my best not to make any suggestions that mean ‘change the story because I like it better that way’), as long as they’re polite about it and don’t act like spoiled children being denied candy or something. I did do some editing for one of my writers, but he was a delight to work with and needed the help in that aspect, but I hate it when people think a volunteer work as beta reading needs to turn into a personal do-it-all person.

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  • Jay 19:14 em 31/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Projeto Adúltera – como vai funcionar? 

    Olá, leitores! Tudo bem? Espero que sim!

    Eu vou indo bem, levando a vida, trabalhando e cuidando da saúde. E, quando dá tempo, dos projetos.

    Alguns desses projetos não são muito interessantes no momento, porque provavelmente nunca virão parar aqui no blog, mas um virá. É um projeto que eu venho planejando com muito carinho já há algum tempo, mas, sem ter uma responsabilidade de continuar, fui procrastinando e deixando de lado.

    Agora que resolvi pegar de novo no projeto, decidi que vou:

    1- Acompanhar aqui no blog todo o processo de escrita – tudo mesmo, se for pro projeto, eu vou contar aqui;

    2- Eventualmente postar o resultado de todos esses passos aqui no blog (por mais que eu vá morrer de vergonha de mostrar pra vocês escritos não-editados).

    Eu sei, é uma tarefa bem assustadora (pra mim sem dúvidas, pra vocês eu já não sei – mas, pensando que vocês vão ter que ler rascunhos de um projeto… é, acho que é bem assustador pra vocês também). Mas é algo que eu sinto que quero fazer, e que tem que ser feito.

    Como o projeto vai funcionar?

    Basicamente, em duas partes. A primeira parte vai acompanhar todo o processo criativo – da sinopse até o ponto final. Mas os resultados dessa insanidade, digo, atividade, ainda não vão passar diante dos seus olhos. 

    Uma nota importante: durante a primeira parte do processo, vou falar muito sobre processo criativo. Nada do que eu disser deve ser visto como conselhos ou dicas. São apenas informações sobre como eu trabalho.

    A segunda parte será aquela em que vocês correm para as montanhas: cada post trará um pedacinho da monstruosidade que é o manuscrito não editado de uma história. Cada pedacinho mesmo. Cada anotação que eu fizer voltada pra esse processo irá parar aqui no blog, que Deus tenha piedade de nossas almas.

    Agora, imagino, a parte que vocês realmente querem saber – com que frequência vão sair esses posts assustadores? Bem, definitivamente não sairão seguidos. Vou deixar sempre alguns posts entre eles, tanto para vocês respirarem quanto pra eu ter tempo de escrever. Então, pretendo publicar de repente uns cinco posts sobre outros assuntos, e um sobre o projeto. Ao menos este é o plano por enquanto. Naturalmente, os planos podem mudar à medida que sigo em frente.

    Bem, queridinhos, por hoje é isso. Adoraria saber dos colegas escritores se vocês têm algum projeto em andamento por agora. E, se tiverem blogs – sobre seus projetos ou outros temas – deixem um link pra mim quando comentarem! Vou adorar visitá-los!

    Beijinhos, e até o próximo post!

     
    • Marina Costa 15:54 em 13/08/2018 Link Permanente | Resposta

      And I might learn Portuguese with you, if Isaura and Sinha Moça haven’t taught me enough 😛 I can’t say I understood every word, but I understood every phrase. And I needed to look only one word in the dictionary.

      Good luck in your writing endeavours! You know I am cheering for you!

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      • Jay 15:56 em 13/08/2018 Link Permanente | Resposta

        I’ll be more than happy to help! Just ask me here, or anywhere else you can catch me, and I’ll happily go deep into my mother language! 😉

        And thank you! I’m really nervous about letting people read an unedited material, but I feel my readers will be kind enough to understand it’s just a first draft! 🙂

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        • Marina Costa 15:58 em 13/08/2018 Link Permanente

          I think I generally understand enough to read and get an idea. 🙂 And I publish sometimes on the blog quotes of my work in progress too (especially during NaNo or before a book’s launching). People understand.

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        • Jay 16:00 em 13/08/2018 Link Permanente

          I’m relieved, on both counts. You definitely understand Portuguese much better than I can read Romanian. 😀

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        • Marina Costa 16:02 em 13/08/2018 Link Permanente

          It’s Spanish, Romanian and French I know, so I can understand 60% of written Portuguese, Italian and Catalan 🙂

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        • Jay 16:05 em 13/08/2018 Link Permanente

          Ah, nice! I only know Portuguese and English well enough, and can hold a moderate conversation in Spanish, but that’s all! 🙂

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  • Jay 22:00 em 16/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Por que minhas histórias giram em torno de mulheres? 

    Oi, leitores invisíveis! Tudo bem? Espero que sim.

    Estou aqui de novo matando tempo e escrevendo mais um pouco sobre escrita aqui no blog. Prometo que esse não é o único tema que vou abordar aqui. Vou escrevendo de acordo com uma lista em que vou colocando as ideias à medida que surgem. É por isso que, às vezes, vocês vão ver vários posts com um tema parecido de uma vez.

    Antes de eu começar o post propriamente dito, só um aviso: este post não traz dicas de escrita ou receitas a ser seguidas. É apenas um post sobre o que e como eu escrevo, sem pretensões de que quem quer que seja siga meus passos. OK? 

    Uma das coisas que as poucas pessoas que já leram algo meu me perguntam é: por que seus escritos são tão centralizados em mulheres?

    Bom. Vamos conversar, né?

    A primeira e óbvia razão é que sou mulher, e vivo como mulher há 35 anos. Sim, eu sou meio velhinha. A segunda é que muito do que eu consumo em matéria de mídia – filmes, séries, livros – tem foco em mulheres, ou, ao menos, personagens femininas em relevo ao ponto que não dá pra ignorá-las ou não vê-las em posição muito próxima ao protagonismo. A terceira é que eu convivo muito com mulheres. 

    Venho de uma família extensa, formada por mulheres de coragem. Pergunte a qualquer homem da minha família, e ele irá falar sobre como as nossas mulheres são fortes e corajosas. Algumas têm uma coragem mais ‘barulhenta’, outras são de uma coragem mais silenciosa. Mas todas elas são mulheres corajosas, que batalham ou suportam, dependendo da situação em que se encontram envolvidas.

    Tenho uma grande admiração por todas as mulheres da minha família, desde a avó que, mesmo depois de dois AVCs, ainda unia a família em torno dela e se preocupava com todos, até a tia que, abandonada pelo marido com cinco filhos, foi à luta e cuidou de todos, até a prima que faz de tudo um pouco – esposa, mãe, filha, prima, amiga, e dona do próprio negócio, e sempre de bom humor.

    Mulheres diversas, na cor, raça, religião, personalidade, gostos. São mulheres de todos os tipos, mas todas são da minha família. E cada uma merece admiração a seu modo. São essas mulheres que são os meus exemplos. E cada personagem que escrevo é um pedacinho delas, mesmo que não se pareça com elas. É um  nome, é um pedaço de história, é uma personalidade ou um jeito de falar.

    Ou até não é nada disso, mas eu ainda quero escrever sobre mulheres porque elas sempre estiveram no centro do meu mundo.

    Agora é sua vez, pessoa que me lê. Sobre quem você escreve, e por quê? Divide comigo nos comentários!

    Beijinhos, e até o próximo post!

     
  • Jay 20:01 em 12/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Liberdade de expressão na escrita 

    Olá, pessoa que tropeçou aqui nesse blog! Tudo bem? Espero que sim!

    Vim aqui falar mais um pouco sobre escrita hoje. Acho que é bom avisar, antes de qualquer coisa, que este não é um post de dicas de escrita. Até porque eu não sou escritora profissional, editora, ou qualquer coisa do tipo. O máximo de educação formal que tenho no assunto é um semestre de produção textual na faculdade, e olhe lá.

    Ainda não sendo profissional, no entanto, gosto de escrever. Gosto de ler. Gosto de falar com gente que escreve. 

    E um dos debates que vejo muito é sobre a liberdade de expressão. Atualmente, com a facilidade de auto-publicação (nota: eu não tenho nada contra auto-publicação) e com as gráficas que se dizem editoras e cobram do autor para publicar (tenho tudo e mais um pouco contra), basicamente qualquer pessoa que possa juntar algumas palavras e alguns trocados pode publicar um livro.

    Do fato de qualquer pessoa (ou quase qualquer pessoa) poder publicar um livro, pode sair muita coisa boa, e muita coisa ruim. Muita gente publica livros sem o menor controle de qualidade. Nem uma olhadinha pra corrigir os erros gramaticais ou os furos no enredo acontece às vezes.

    E aí, o que acontece? Pessoas compram o tal livro (se o autor tiver sorte). Pessoas leem o tal livro (já compraram mesmo, né?). Pessoas gostam do livro. Outras pessoas não gostam do tal livro. Essas pessoas reclamam do tal livro. Autor do tal livro se ofende. 

    Se as pessoas que não gostaram do livro reclamarem da gramática, ortografia, dos furos no enredo, ainda há alguma salvação para elas. Mas se elas ousarem reclamar de algum tema abordado – geralmente algum tema problemático -, sai de baixo.

    A primeira reclamação do autor vai ser que estão cerceando sua liberdade de expressão. Mas será que estão mesmo?

    Não. Não estão. No seu sentido mais básico, a liberdade de expressão é um direito legal. Consta da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e consta também da nossa constituição na seguinte forma: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença“. (Artigo 5º da Constituição de 1988  – o grifo é meu) Vou parar por aqui, já que estamos falando apenas de manifestação artística. A parte que grifei é bastante relevante. Violar a liberdade de expressão seria exercer a censura. A censura é um dispositivo legal (não no sentido de ‘é legalmente permitido’, no sentido de que é algo que ocorre por lei) em que o governo vigente decide o que pode ou não ser veiculado. A partir do momento em que um livro foi publicado e chegou às mãos dos leitores, não se pode mais falar em censura e violação da liberdade de expressão.

    “Mas peraí, Jay, falaram que eu não posso colocar no meu livro (insira aqui aquela cena controversa que fez chover reclamação em cima do seu livro)! Estão tesourando minha liberdade de expressão!”. Não, criança. Não estão. Estão dizendo que não concordam com aquilo que você teve a liberdade de expressar. Posso concordar com sua liberdade de expressão, e discordar daquilo que você expressa. Assim como você que me lê é livre para discordar de cada palavra do que eu digo, e ainda assim não cercear a minha liberdade de expressão.

    Dizer “cara, não é legal escrever isso” é expressar uma opinião ou dar um conselho. E algumas vezes esse conselho é bem válido, dependendo do que você quer escrever. Eu já dei e ouvi esses mesmo conselho várias vezes. Acontece bastante quando a pessoa quer escrever algo apenas para chocar. Acontece muito – ao menos na literatura brasileira – com cenas de estupro. E não, dizer “não é legal fazer a protagonista ser estuprada para desenvolvimento de personagem” não é censurar o seu direito de fazer isso. Quer escrever a cena? Eu não recomendo, mas vai em frente. Você tem liberdade de expressão. E eu tenho a liberdade de dizer que odiei seu livro por causa do estupro gratuito.

    Bom, acho que é isso. Pra resumir a ópera, dizer que não gostou do livro não viola a liberdade de expressão do autor. Recomendar que o autor não escreva aquela cena controversa que não acrescentará nada ao roteiro também não. A única coisa que viola a sua liberdade de expressão no sentido mais puro da expressão é a censura. E, se você publicou o livro, acho que não foi esse o caso, né?

    Acabei, prometo. 

    E agora, se você .quiser, pode usar a sua liberdade de expressão pra dizer alguma coisa nos comentários. É permitido. E é até de graça.

    Beijinhos, e vejo vocês no próximo post!

     
    • Marina Costa 02:14 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

      My latest published novel is a bit… controversial, and I expect it to raise some dust… exactly like its basic subject (one of them) does: bullfighting. I am writing about a young novillero (and his friends, and his love story, and his death…) As the subject is less known in my country, I have researched extensively. Including the Portuguese style of rejoneador – even if mine are Mexicans (but some figures were borrowed).

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      • Jay 05:05 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

        Bullfighting is definitely a hot-button topic, especially nowadays. In here, there’s a current ban and fight against the ‘vaquejada’, which’s our form of bullfighting on horseback, though it doesn’t end in death for the bull. I hope you don’t get eaten alive. 😀

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        • Marina Costa 06:02 em 16/08/2018 Link Permanente

          If it doesn’t end in death for the bull, then why banning it? Then it is just a very beautiful sport!

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        • Jay 08:25 em 16/08/2018 Link Permanente

          Animal cruelty, basically, that’s their claim. I can see their point, but I can also see why there’s push back, exactly because they don’t kill the bull in the end of a ‘run’ (it’s how they call each event). But it’s a hot topic nowadays, so everyone jumps on the band wagon and doesn’t really think much about what they’re doing.

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  • Jay 16:22 em 04/07/2018 Link Permanente | Resposta  

    Escrita e Justiça Social 

    Olá, pessoa que por aqui passa! Tudo bem? Espero que sim.

    Eu vou bem, me recuperando de uma crise de seja lá o que for que peguei – algo parecido com uma gripe forte – e de uma crise depressiva bem chatinha. Mas vamos tocando o barco, e vamos continuando a escrever.

    Hoje vim falar um pouco mais sobre escrita. A escrita é uma parte importante da minha vida, então alguma coisa sobre o tema vai aparecer com alguma frequência aqui, sejam comentários gerais, pequenas coisas que escrevi, perfis de personagens, ou qualquer outra coisa sobre o assunto.

    Vou começar dizendo que não sou uma justiceira social, e não os vejo com muita simpatia. Entendo as causas que abraçam, mas não a maneira agressiva e violenta com que as defendem. Se você que me lê é um, ou concorda com ele, vamos ter que concordar em discordar. Eu não vou mudar de ideia, mas também não  vou tentar convencer quem quer que seja a mudar a maneira de ver o mundo. Cada pessoa tem suas próprias experiências e trilha seus próprios caminhos, e nenhum de nós pode saber com certeza o que outra pessoa vive.

    E o que me preocupa no momento não é a justiça social em geral. É a maneira como ela é aplicada à escrita. 

    Na minha nada abalizada opinião, o mundo do escritor deve ser livre. É claro que eu não defendo exaltação da pedofilia ou de diversas formas de abuso. Mas defendo a liberdade de criação do escritor em tudo o que não seja ativamente nocivo. E é nisso que minha rixa com os justiceiros sociais consiste.

    Vejo dois lados dessa briga, e, pra mim, os dois estão errados.

    Um dos lados defende que se deve representar de qualquer jeito. Se sua obra é centrada num determinado núcleo, você precisa ‘dar um jeito’ de colocar um membro de uma minoria, mesmo que acabe virando o personagem de minoria que está ali por estar. Sou contra. Não, não sou contra a representatividade. Mas sou contra enfiar um personagem qualquer na história e não dar a ele qualquer tipo de ação. Se sua história puder ser reescrita sem aquele personagem sem mudar nada, você não está incluindo coisa alguma.

    O outro lado defende que só quem é seja lá o que for pode escrever sobre aquilo. Se você é homem, não pode escrever sobre uma protagonista feminina. Se é branco, seu protagonista não pode ser negro. Se não é deficiente físico, nem pense em escrever um. E assim por diante.

    Não sei se é porque grande parte da minha escrita foi feita no ambiente do RPG, em que o ‘trabalho’ do escritor é basicamente se colocar na pele de outra pessoa, mas tenho uma aversão profunda a essa segunda maneira de pensar. Sou mulher, carioca, negra, solteira, childfree, asexual, e atraída sentimentalmente por homens e mulheres. A protagonista da história em que estou trabalhando é branca, heterosexual, casada, e tem filhos. Em teoria, eu não poderia escrever sobre ela?

    Ou será que eu poderia, fazendo a pesquisa devida e fazendo o melhor para me libertar de estereótipos e enxergar uma pessoa real, com dilemas reais, e desafios que eu não sinto na pele, mas sobre os quais posso estudar?

    Sou contra escrever sobre qualquer outro grupo de pessoas sem fazer a lição de casa. Mas também sou contra forçar ou proibir a presença de personagens de outros grupos apenas por uma ideia mal orientada – na minha opinião – de justiça social.

    E você que me lê? Onde se encontra nesse espectro de opiniões? Todas as opiniões, mesmo contrárias à minha, serão ouvidas, desde que expressas de forma educada. Clica aqui pra comentar!

    Beijos, e até o próximo post!

     
    • Marina Costa 02:06 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

      I also disagree with Social Justice warriors – this Political Correctness movement is something too far-fetched. It would be good in its essence, but how it is implemented, it gets the opposite effect than desired. I disagree as well with the “Write what you know.” which implies that you can’t write about someone who isn’t like you. By contrary! If all the writers respected this, we would have only very few and boring stories to read. Because men were the ones who wrote first, and if they couldn’t write about women, or about people of different professions/ ethnicities/ etc… then where is the story? There would also be no vampire, fairies, anything horror/ supernatural/ SciFi… because nobody had really seen those.

      I would say, by contrary, KNOW WHAT YOU WRITE! I.e. do research. And write as widely as possible… (Confession time – very few of my characters are Romanian, Orthodox and born in the 20-th century… 😛 Many are of another Romanic-roots ethnicity, Catholic, and born in past centuries…)

      Curtido por 1 pessoa

      • Jay 04:59 em 16/08/2018 Link Permanente | Resposta

        My major problem with the “Social Justice” people is that they expect kindness but exercise none unless you are what they consider worthy of some. And I agree, know what you write is the best policy in general. Nowadays, with research at our fingertips, there’s basically no reason for one to simply stick to their own experiences when writing.

        Curtido por 1 pessoa

  • Jay 20:53 em 14/06/2018 Link Permanente | Resposta  

    Escrevendo sobre relações tóxicas 

    Olá, pessoa que por aqui passa! (Será que tem alguém aqui mesmo? Bom, vamos agir como se tivesse, né?) Tudo bem? Espero que sim!

    Hoje venho aqui escrever mais um pouco – pra vocês ou pra mim. Por enquanto, acho que é pra mim, mas vale a pena assim mesmo. Preciso continuar escrevendo antes que eu esqueça como juntar palavras em Português.

    Quem sabe um pouco sobre mim – o que significa, gente que provavelmente não está lendo isso aqui – sabe duas coisas sobre mim: uma, que eu trabalho numa área que não se presta muito à criatividade (área tecnológica, suporte técnico). Ao menos não ao tipo de criatividade que se usa para escrever ficção. A segunda é que tenho uma paixão à toda prova pela palavra escrita. Aprendi a ler cedo, e, desde que aprendi, não parei mais. Quando fiquei um pouco mais velha, comecei a escrever, e aqui estamos até hoje. A maior parte da minha escrita é feita em inglês, e jamais publiquei (com exceção de em blogs) qualquer coisa do que escrevo. Mas a paixão pela escrita nunca me deixou.

    Segue-se naturalmente que quem escreve escreve alguma coisa. Livros, contos, poemas, romances, ou que seja. E geralmente dá-se também que escreve sobre alguma coisa. Talvez a gente deva desconsiderar este blog, porque ele obviamente é sobre coisas demais pra ser sobre alguma coisa. Mas vamos fingir que este não é o caso e prosseguir.

    O que eu escrevo, então? Para os efeitos deste blog, histórias mais ou menos longas, que levam aí alguns capítulos (o número varia muito). Gosto de escrever sobre a vida real das pessoas – com algumas pitadas de irrealidade. Gosto de escrever sobre os relacionamentos entre as pessoas, sejam eles amizades, relações de família, romances felizes… e romances não tão felizes.

    Quem já leu alguns dos materiais que escrevo – e contam-se nos dedos as pessoas que já leram, algo que pretendo mudar no futuro próximo – sabe que muitos dos meus romances são infelizes. São romances quebrados, tóxicos, até mesmo abusivos.

    Mas calma, pessoa que me lê. Ainda não precisa me xingar de todos os nomes feios que você conhece. Não se preocupe. Meus romances tóxicos não são glamourizados, nem mostrados como algo bonito. Eu sei que não é nada bonito estar presa num relacionamento doloroso e sufocante. E como sei.

    E é justamente porque eu sei que eu escrevo sobre. É uma forma de terapia, de catarse. E também é uma forma de ter certeza de que as vozes daqueles que sabem do que estão falando sejam ouvidas. É triste que, em muitos romances voltados para o público feminino (e não, não estou falando somente de Cinquenta tons, embora o livro seja um dos culpados mais visíveis), os relacionamentos apresentados como românticos envolvam possessividade, comportamentos repreensíveis, e todo tipo de comportamento que, na vida real, nenhuma de nós iria querer. Mas, aparentemente, tudo isso parece aceitável quando está entre as duas capas de um livro.

    Não é aceitável. Não é bonito. Não é romântico. É feio, sujo, degradante.

    E é por isso que eu escrevo. Porque eu quero que esses relacionamentos sejam vistos como eles são.

    Ufa, já falei um pouco demais, acho. Agora é sua vez. Há alguma coisa que você inclui nos seus escritos porque você sabe do que está falando, e gostaria que mais gente aprendesse de quem viveu aquilo? Conta pra mim nos comentários!

    Beijinhos, e até o próximo post!

     
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