Meta: Uma casa minimalista

long exposure photography white dome building interior

Minha casa dos sonhos (ok, talvez um pouco menos minimalista) – Foto por gdtography em Pexels.com

Olá, pessoas! Tudo bem? Espero que sim. Espero que estejam aproveitando o fim de semana um pouco mais longo por conta do feriado. Eu, até o momento, praticamente nada fiz (não, menos. Fiz sim. Estou adiantando algumas pesquisas que preciso fazer para projetos futuros, tanto de vida quanto de escrita).

Enquanto olhava a lista de projetos, e as coisas que aproveitei para parar e organizar, notei que um tema constante em tudo o que tenho planejado por enquanto é diminuir a quantidade de coisas desnecessárias. Tenho pensado se preciso mesmo de um fogão inteiro ou se um cooktop apenas seria o bastante (já que não uso o forno). Se o guarda-roupa é realmente necessário ou se uma cômoda poderia tomar o lugar dele. Se todas as roupas que tenho (várias por aí sem uso) realmente são necessárias ou se valeria a pena tirar tudo do armário, olhar peça por peça e me livrar sem dó das que não estão em uso. 

Pra ser sincera, eu não tenho muita coisa. Eu diria que, quando me mudei pra cá, 75% das minhas coisas – roupas, livros, objetos em geral – ficou no Rio. As razões pra eu trazer quase nada de roupa foram que 1- minha mãe sempre teve (ainda tem) a mania de me comprar roupas que ou não dão em mim ou não são do meu estilo, que é bem sóbrio, simples e sem estampas, ao passo que o estilo dela é bem mais chamativo; 2- eu estava me mudando para uma cidade pequena praiana, o que já exige menos roupas e um estilo diferente; 3- eu estava mudando de uma vida em que eu trabalhava fora e fazia visitas a clientes para uma em que trabalho em casa, o que definitivamente não exige muita roupa.

Além disso, há o fato de que coisas demais sempre me deram agonia. No apartamento onde eu morava antes, com meus pais, tinha muita coisa. Você mal conseguia andar na sala sem esbarrar em alguma coisa – uma mesa, uma poltrona, um tapete, um vaso decorativo, o caramba a quatro. O apartamento atual dos meus pais ainda é assim. Em um determinado momento, minha mãe teve duas mesas de jantar. Duas. Num apartamento em que só moram ela e o meu pai (tudo bem, a segunda estava lá esperando pra ser levada pra casa de praia – mas mesmo assim aquilo me dava uma agonia sem limites). Enquanto eu me livro de coisas, ela acumula.

Atrás da mesa de jantar, tem um móvel para TV. Que era aqui de casa (o dono me vendeu o apê com tudo dentro). Eu tirei, porque precisava de espaço para colocar uma mesa, e porque não queria a TV, então por que eu iria usar o móvel? Falei pra ela dar a quem quisesse, tanto a TV quanto o móvel. Ela ficou com os dois. Haja vontade de juntar coisas.

Acho que o fato de ter crescido com tanta coisa ao redor me tornou avessa a ter uma casa cheia. Agora, que moro sozinha, tenho exatamente cinco peças de mobília: uma cama, um guarda-roupa, uma mesinha de centro (onde meus livros moram), uma mesa de trabalho e um sofá. E já acho demais. Penso se vale a pena tirar o sofá, que não uso pra nada além de colocar tralhas, e reorganizar o resto. Vamos ver. 

Bom, acho que eu já falei demais, né? E você que me lê, o que prefere? Quase nada? Uma casa cheia? Algo entre os dois extremos? Fala pra mim nos comentários!

Beijinhos, e até o próximo post!

 

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